O arcebispo de Aracaju estabeleceu novas diretrizes que limitam a aplicação de inteligência artificial (IA) nas atividades de comunicação da Igreja Católica na arquidiocese. A decisão visa preservar a autenticidade e a integridade da mensagem religiosa transmitida aos fiéis.
A medida proíbe especificamente o uso de ferramentas de IA capazes de simular vozes e rostos de sacerdotes. O objetivo é evitar a criação de conteúdos que possam gerar confusão ou desinformação, garantindo que a comunicação oficial da Igreja seja sempre transparente e provenha de fontes reconhecidas e confiáveis.
As novas regras buscam equilibrar a adoção de novas tecnologias com a necessidade de manter os valores tradicionais da comunicação eclesiástica. A intenção não é barrar completamente o avanço tecnológico, mas sim direcionar seu uso de forma ética e responsável dentro do contexto religioso, assegurando que a tecnologia sirva como um complemento e não como um substituto para a interação humana e a verdade intrínseca da fé.

