O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou os recentes ataques ao Irã como uma medida necessária para a defesa dos cidadãos americanos contra ameaças iminentes. Em declarações divulgadas em suas redes sociais, Trump enfatizou que o regime iraniano representa um perigo e que os EUA agirão para neutralizar essa ameaça.
Trump afirmou categoricamente que o Irã não obterá armas nucleares. “Nosso objetivo é defender os norte-americanos eliminando ameaças iminentes do regime iraniano, um grupo cruel, de pessoas terríveis e duras”, declarou o mandatário. Ele sinalizou a intenção de demonstrar força, acrescentando que os EUA “destruirão seus mísseis e arrasarão sua indústria de mísseis”.
Adicionalmente, o presidente americano disse que a intenção é “aniquilar sua Marinha” e garantir que “os grupos terroristas da região não possam mais desestabilizar a região ou o mundo”. Ele reiterou que “este regime logo aprenderá que ninguém deve desafiar a força e o poder das Forças Armadas dos Estados Unidos”.
Trump mencionou que as Forças Armadas dos EUA realizaram uma operação de combate em resposta a uma série de investidas iranianas. Ele criticou o regime iraniano, que segundo ele “por 47 anos tem promovido um banho de sangue”, citando incidentes passados como a tomada da Embaixada dos EUA em Teerã em 1979 e o atentado de 1983 contra fuzileiros navais.
Por sua vez, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também classificou o regime iraniano como terrorista e assassino. Ele pediu paciência e coragem aos cidadãos israelenses diante da iminente Operação O Rugido do Ariano, ressaltando que as armas nucleares do Irã representam uma ameaça global.
Netanyahu lembrou que o regime iraniano tem clamado “Morte a Israel”, “Morte à América” por 47 anos, e que “derramou nosso sangue, assassinou muitos americanos e massacrou seu próprio povo”. Ele expressou a esperança de que a ação conjunta com os EUA criará condições para que o povo iraniano “tome as rédeas do seu destino” e construa um Irã livre e pacífico.

