A quarta-feira (2) marcou a agenda de diversos candidatos à presidência com um leque de atividades que incluíram entrevistas, sabatinas, visitas institucionais e a mercados, além de caminhadas e encontros com diferentes setores da sociedade e atividades partidárias.
Rui Costa Pimenta (PCO), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Renan Santos (Missão) não registraram agendas públicas de campanha nesta data.
Samara Martins (UP) concentrou suas atividades no Rio de Janeiro, participando de reuniões com estudantes e trabalhadores em frente ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, e visitando o restaurante universitário.
Em Brasília, Wilson Grassi (Democrata) protestou em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a suspensão de sua campanha nas redes sociais, determinada pelo ministro Dias Toffoli. Grassi argumentou que a medida é desproporcional, uma vez que sua campanha é realizada integralmente por meio de redes sociais, sem recursos do fundo eleitoral, o que o impede de alcançar os eleitores.
Em São Paulo, Augusto Cury (Avante) esteve na Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), onde dialogou com representantes da comunidade judaica sobre a necessidade de pacificação e combate ao preconceito e à violência contra a cultura e o desenvolvimento da personalidade.
Clariana Barão (Democracia Cristã) também cumpriu agenda na capital paulista, participando de programas de rádio e TV. Ela visitou a região do Brás, conversando com comerciantes locais, e a Casa da Mulher Brasileira, que oferece suporte a mulheres vítimas de violência doméstica.
Edmilson Costa (PCB) dedicou o dia a atividades da secretaria-geral do partido em Lisboa.
Romeu Zema (Novo) reuniu-se com motoristas de aplicativo em São Paulo, defendendo a livre negociação entre empresas e trabalhadores, e destacando a importância da clareza nas condições de remuneração.
Ronaldo Caiado (PSD) concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM, em São Paulo, e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros. Durante a visita, conversou com lojistas e consumidores e afirmou que, se eleito, pretende reduzir a taxa de juros a 7%, citando as dificuldades enfrentadas por pequenos empresários.

